11 de Setembro de 2001 a … – Segunda Guerra do Afeganistão

Os atentados de 11 de setembro de 2001, nos EUA, deram início à Segunda Guerra do Afeganistão. Foram executados pela Al-Qaeda a mando de Osama bin Laden, com o apoio do regime talibã. Nessa altura era presidente dos EUA George W. Bush. Um dos alvos do atentado foi justamente o símbolo do poder econômico do país – o edifício World Trade Center, conhecido como as torres gêmeas.

Em outubro do mesmo ano, os EUA iniciaram o ataque ao Afeganistão. O objetivo era encontrar Osama bin Laden, seus apoiantes e acabar com o acampamento de formação de terrorista instalado no Afeganistão, bem como acabar com o regime talibã.

Declararam o seu apoio aos EUA o Reino Unido, o Canadá, a França, a Austrália e a Alemanha. Batalhas, bombardeios, revolta, destruição e milhares de mortos marcam este conflito. Em maio de 2011, OsamabinLaden, o milionário saudita e inimigo n.º 1 dos EUA, foi morto.

2012

É assinado um acordo estratégico entre os presidentes dos EUA e do Afeganistão, respetivamente, Barack Obama e Hamid Karzai. O acordo trata de um plano de segurança que, entre outros, visa a retirada das tropas americanas, mas as nações não eram consensuais em todas as partes do mesmo acordo, tal como concessão da imunidade para os soldados americanos.

Em junho de 2011, os EUA começaram a retirar suas tropas do Afeganistão, o que é esperado que termine em 2016.

ONU

Os EUA iniciaram os ataques ao Afeganistão contrários à vontade da Organização das Nações Unidas (ONU).
Desde então, a ONU tem feito grandes esforços em busca da paz. O trabalho da ONU se resume nas várias resoluções para erradicar o terrorismo e na ajuda humanitária aos afegãos, cuja boa percentagem da população morrem de fome ou por falta de cuidados médicos.

Consequências da Guerra

A Guerra continua até os dias de hoje. Muitos historiadores acreditam que a dissolução da União Soviética foi ocasionada pelo seu envolvimento na Primeira Guerra do Afeganistão. Para além da miséria do povo afegão, esta guerra teve como consequência milhares de mortes, problemas psicológicos dos militares e bilhões gastos em armamento.

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